10 dezembro 2008

Governador do Illinois é acusado de tentar controlar a imprensa

Ah, se tivéssemos juízes em S.Paulo [risos, risos]! Já estaríamos livres de vááaáááááários jornalistas e de, no mínimo, UM governador paulista e UM governador mineiro!

Governador do Illinois é acusado de tentar controlar a imprensa

(de Comunique-se [que é o pior jornal da galáxia, de jornalistas brasileiros para jornalistas brasileiros], aqui


O governador do estado americano do Illinois, Rod Blagojevich, foi preso por corrupção na manhã desta terça-feira (09/12). Dentre as acusações, uma suposta tentativa de usar o poder do seu cargo para derrubar o conselho editorial do Chicago Tribune.

De acordo com matéria publicada no site do próprio Chicago Tribune, Blagojevich queria que os editores responsáveis por críticas à sua gestão fossem demitidos em troca de apoio do estado à venda do Wrigley Field, campo de basebol do Chicago Cubs, time pertencente à Tribune Co., controladora do Chicago Tribune, que pediu concordata nesta segunda-feira.

“Eles alegam que Blagojevich pôs uma placa de ‘à venda’ na nomeação de um senador dos Estados Unidos; envolveu-se pessoalmente em um esquema ‘pay-to-play’ (troca de apoio político para contratos com o governo por doações para campanhas eleitorais); e corruptamente utilizou seu cargo na tentativa de esmagar vozes editoriais que o criticam”, informou o promotor responsável pelo caso, Patrick Fitzgerald.

O site Editor and Publisher transcreveu partes do inquérito criminal no qual o governador, sua esposa, Patti Blagojevich, e seu assessor John Harris, conversam com um executivo da Tribune Co. sobre as ameaças de cancelar o negócio com o Chicago Cubs caso os jornalistas não sejam demitidos.

“A esposa de ROD BLAGOJEVICH pegou o telefone e, durante a discussão sobre as críticas dos editoriais do Tribune, disse que o dono do Tribune pode ‘simplesmente demitir’ os autores porque o dono do Tribune manda no Tribune. A esposa de ROD BLAGOJEVICH disse que se o jornal estava prejudicando o seu negócio, o dono do Tribune deveria tomar alguma medida contra o conselho editorial”

O Chicago Tribune já vinha publicando matérias sobre investigações federais contra Blagojevich. O temor do governador era que o conselho editorial pedisse publicamente o seu afastamento do cargo. Outra reclamação era a de que o jornal teria publicado matérias investigativas sobre negócios imobiliários de sua mulher.

O promotor do caso agradeceu ao Chicago Tribune que, apesar de ter feito reportagens sobre a investigação em curso, “honrou um raro pedido, feito aproximadamente há oito semanas, de não publicar certos aspectos que pudessem colocar a investigação em risco”, informou a matéria do site.

O editor do jornal Gerould Kern confirmou que adiou a publicação de algumas matérias a pedido da promotoria, mas disse que se trata de um caso isolado.

“Na ocasião, promotores pediram para que nós adiássemos a publicação das matérias, insistindo que a revelação poderia pôr em risco a investigação criminal. Em ocasiões isoladas, nós aceitamos os pedidos, mas outros pedidos foram recusados”, afirmou Kern.

O editor também negou que tenha sofrido qualquer pressão para demitir funcionários que criticassem a atuação do governador.

“Eu fiquei tão surpreso como todo mundo quando vi essa informação”, disse.

Enviado por Caia

09 dezembro 2008

PF prende presidente do TJ-ES e mais seis

PF prende presidente do TJ-ES e mais seis

Policiais da divisão de Inteligência do Departamento de Polícia Federal de Brasília prenderam na manhã de hoje o presidente do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, desembargador Frederico Guilherme Pimentel, outros dois desembargadores, um juiz e mais três pessoas não identificadas. Os sete mandados de prisão cumpridos foram expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que também autorizou 24 mandados de busca e apreensão.

Entre os locais que estão sendo visitados pela PF está a residência do desembargador Elpídio José Duque, no bairro de Santa Cecília, em Vitória, onde a quantidade de dinheiro encontrada foi tamanha que os policiais federais precisaram requisitar ao Banco do Brasil uma máquina para a contagem das cédulas.

A operação da PF, batizada de Naufrágio, é continuação da Operação Titanic, ocorrida no dia 7 de abril deste ano, também em Vitória, mas que envolveu Ivo Júnior Cassol, filho do governador de Rondônia, Ivo Cassol, e o ex-senador Mário Calixto Filho, que chegou a ser preso, foi solto por liminar do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, mas teve novamente a prisão decretada quando os demais ministros do STF cassaram o habeas-corpus de Mendes. Hoje ele é considerado foragido.

Na operação Titanic, foi desbaratado um esquema de importação ilegal de veículos promovido pela TAG, de propriedade de Pedro e Adriano Scopell, empresários capixabas que abriram a empresa em Rondônia para se beneficiarem de isenções fiscais. Na operação, também estavam envolvidos auditores da Receita Federal lotados no Espírito Santo. Os presos da operação de hoje serão levados para Brasília, onde a investigação foi desenvolvida por causa do foro especial dos desembargadores.

PS. gilmar mendes, continua julgado pelo seu espelho.


Centrais mobilizam 35 mil em Brasília pelo desenvolvimento

Centrais mobilizam 35 mil em Brasília pelo desenvolvimento



Trabalhadores defendem redução dos juros e do superávit e investimento dos recursos no mercado interno


Vindos de todos os cantos do país, mais de 35 mil trabalhadores, sob forte chuva que atingiu o Plano Piloto, ocuparam a Esplanada dos Ministérios, nesta quarta-feira (3), para defender medidas que afastem os efeitos da crise internacional do Brasil e mantenham o crescimento econômico e a geração de empregos. A manifestação fez parte da já tradicional Marcha Nacional da Classe Trabalhadora, que este ano chegou a sua quinta edição.

Embora portando uma pauta com 18 propostas, a redução da taxa básica de juros foi a frase mais proferida pelos dirigentes da CUT, Força, CGTB, CTB, Nova Central e UGT, que além de marcharem por mais de seis quilômetros do estádio Mané Garrincha até o Congresso, tiveram uma agenda cheia de reuniões com representantes do Executivo, Legislativo e Judiciário.

“Viemos mostrar ao presidente Lula que a classe trabalhadora está unida e mobilizada para defender as medidas necessárias para não deixar que o Brasil seja atingido pela crise. A primeira, e mais importante delas, é que é preciso parar com essa política econômica perversa de juros nas alturas. É preciso dar uma demonstração para a sociedade e abaixar os juros. Em segundo lugar, precisamos controlar o fluxo de capitais, dar um basta na farra das multinacionais, que remetem bilhões para as suas matrizes e aparecem de pires na mão diante do governo para pedir dinheiro, ameaçando com demissões. Não somos contra as empresas remeterem lucros, mas não da forma como está sendo feito. Uma parte do dinheiro deve ser reinvestido no Brasil”, afirmou o presidente da CGTB, Antonio Neto.

Após a caminhada, os trabalhadores realizaram um ato político em frente ao Congresso Nacional, contando com a presença de uma série de parlamentares que foram manifestar o apoio às reivindicações das centrais. Um deles a discursar, o deputado Vicentinho (PT-SP), foi portador da notícia de que duas das bandeiras da Marcha haviam tido um andamento significativo neste mesmo dia. O parlamentar informou que a Convenção 151 da OIT (que regulamenta a negociação coletiva no serviço público), tinha sido aprovada na Comissão de Trabalho da Casa e seria remetida ao Plenário. A segunda viria a se concretizar logo a tarde, quando o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, anunciou que pediria regime de urgência para a tramitação do projeto que prevê a redução da jornada de trabalho para 40 horas sem redução de salário.

Encerrada a manifestação, considerada a maior das cinco já realizadas, os dirigentes das centrais foram recebidos, inicialmente, pelo ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Luiz Dulci, e na sequência pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. De acordo com o presidente da CUT, Artur Henrique, as centrais foram dar seguimento à agenda apresentada para o ministro Dulci e para o próprio presidente Lula na semana passada.

Artur afirmou que as centrais cobraram do governo urgência na criação de mecanismos que proporcionem, por um lado, que o dinheiro liberado pelo governo através do compulsório e dos empréstimos públicos chegue às empresas e, por outro, que os financiamentos assegurem contrapartidas sociais. O presidente cutista disse que é um absurdo uma empresa como a Vale do Rio Doce, que recebe financiamentos do BNDES, que tem participação acionária de fundos de pensão das estatais, anunciar a demissão de 1.400 trabalhadores.

“Nós queremos que o governo reduza os juros, para que o dinheiro chegue na produção. Queremos que o governo baixe o superávit primário, para que sobre dinheiro para investir na infra-estrutura. Nós precisamos que o governo acabe com o fator previdenciário. Queremos que o governo corrija a tabela do imposto de Renda e propomos que o governo faça uma nova tabela par quem ganha mais, pague mais, e quem ganha menos, não pague imposto. Nós queremos também aumentar as parcelas do seguro desemprego. Queremos ainda que todas as empresas que recebem dinheiro público garantam os empregos dos trabalhadores”, destacou o presidente da Força, Paulo Pereira da Silva (Paulinho), ao discursar no final da Marcha.

No documento entregue pelos sindicalistas, assinado pelos presidentes da centrais citadas acima e pelos presidentes da UGT, Ricardo Patah, e da NCST, José Calixto Ramos, os trabalhadores enfatizam que a desregulamentação da economia pelo modelo neoliberal provocou a crise e que é necessário uma maior intervenção e controle estatal na atividade econômica. “Assim, é fundamental uma intervenção rápida, correta e decisiva do Estado brasileiro, para impedir que estes efeitos se espraiem sobre todos os setores, interrompendo bruscamente um processo de crescimento econômico em curso desde 2004”, diz o texto.

Segundo o presidente da CTB, Wagner Gomes, a marcha teve o objetivo de “dizer que o governo precisa baixar os juros, para dizer que o superávit deve ser usado em investimentos”.

A CUT ainda agendou para depois da V Marcha um ato público em frente ao Ministério do Trabalho, cobrando o envio e a aprovação do projeto de lei que institui a contribuição negocial, além da revogação da instrução normativa que institui o desconto da contribuição sindical para os servidores públicos.

Por Alessandro Rodrigues

Fonte: Hora do Povo

Crise faz despencar popularidade de Lula

Crise faz despencar popularidade de Lula



A manchete do Diário Oficial Tucano (DOT), a FSP (Força Serra Presidente) estava pronta. O editor chefe encomendou nova pesquisa de opinião, menos de 2 meses antes da anterior, para constatar os evidentes desgastes na imagem do presidente, com a crise e, principalmente, com o clima de pânico e de pessimismo que a mídia privada – e em especial, o DOT – tinham disseminado. Como toda pesquisa fabricada, não se pesquisava a popularidade de Lula, mas a eficácia da campanha de desgaste que a mídia oligárquica tinha desatado. Propagandeia-se todo o tempo OMO LAVA MAIS BRANCO e se contrata pesquisa para conferir a efetividade da lavagem de cérebro.

Tudo pronto, convocados os zelosos funcionários tucanos da página 2, os chamados "especialistas" – disfarce da tucana fernandohenriquista - para comentar, tudo pronto para explorar a queda irreversível do apoio a Lula. CRISE FAZ DESPENCAR POPULARIDADE DE LULA. Ou: LUA DE MEL DE LULA TERMINA DEFINITIVAMENTE. Sub-título: Serra se diz pronto para enfrentar a crise. Economistas tucanos: Só volta das privatizações pode salvar o Brasil.

Faltava combinar com o povo brasileiro. Mais uma vez "o povo derrotou a opinião pública" fabricada pela mídia privada. 70% de apoio, 6% a mais que na ultima pesquisa, depois da intensa campanha propagandística contra o governo. Crescimento em todos os setores – nível de renda, nível de escolaridade, região do país, tudo, tudo, pior não poderia ser para a FSP e a direita brasileira.Conseguiram apoio de apenas 7% de rejeição a Lula, com tudo o que gastaram na campanha. Contra eles, 93%. O resultado os surpreendeu tanto, que no dia mesmo da publicação da pesquisa, ninguém tinha nada a dizer, nenhum comentário, luto fechado.

Foram necessárias 48 horas para encontrar palavras que dessem conta do incompreensível para mentes tucanas dos jardins paulistanos. Depois da ressaca, das doses de uísque para consolar, o jornal sai todo sem graça, buscando razões que a própria razão desconhece, esfarrapadas, para consolar o inconsolável, depressivo e sorumbático chefe que os havia convocado para mais uma batalha serrista.

Pensaram em títulos como:

POVO AINDA NÃO PERCEBE A CRISE.
Ou: DEMAGOGIA LULISTA ESCONDE A CRISE.
Ou ainda POVO BRASILEIRO, IGNORANTE, MERECE LULA E A CRISE.

Ou, como teria sugerido um funcionário casado com uma tucana ou outro, casado com um tucano: FHC: LULA ENGANA OS BRASILEIROS. Subtítulo: Ex-presidente sugere que FSP publique Max Weber em fascículos, embora creia que é biscoito muito fino para a plebe.

Pensaram em declarações da sua galera, como:

Gilmar Mendes: Supremo vai questionar resultado da pesquisa.

Fiesp: Pessimismo empresarial ainda vai vingar.

Gianotti: Leitura de Wittgenstein permite perceber que Lula está condenado pela Lógica.

Assim age um jornal com o rabo preso com os tucanos e, através deles, com a elite branca, milionária, um intelectual orgânico das elites dominantes brasileiras internacionalizadas. Editorial para xingar Lula, carta de leitor indignado com a realidade, um colunista diz que o desgaste de Lula ainda está por vir, não custa esperar, um "intelectual" tucano repete a mesma coisa, um psicanalista diz que o povo gosta de fugir da realidade.

Agora é fazer logo outra pesquisa, quem sabe alguma oscilação no apoio a Lula, quem sabe aumentar a dose do pânico, talvez mandar embora essa equipe de funcionários incompetentes, talvez outra dose de uísque.

Por Emir Sader

Fonte: Carta Maior

07 dezembro 2008

Judiciário agredido



Dalmo Dallari - professor e jurista

No desempenho regular de sua competência, apreciando denúncia apresentada pelo Ministério Público e tomando por base elementos probatórios legalmente obtidos e juntados aos autos do processo e, além disso, explicitando minuciosamente os fundamentos jurídicos de sua decisão, o juiz Fausto de Sanctis, da 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo, proferiu sentença condenando o réu Daniel Dantas. E pelo noticiário da imprensa não se tem dúvida de que foi assegurada ao acusado a plenitude do direito de defesa. Esse é um fato normal na vida jurídica de um estado democrático de direito e o juiz, que procedeu com absoluta regularidade, deve merecer o máximo respeito. Numa visão mais ampla, a consideração respeitosa da decisão do magistrado faz parte do respeito devido ao Poder Judiciário, que é essencial para a preservação da normalidade democrática. Eventuais manifestações de discordância devem ser toleradas e respeitadas, desde que externadas em linguagem serena e com argumentos pertinentes e lógicos, pois isso também faz parte da ordem democrática.

Um fato inesperado e que deve merecer repúdio veemente é a agressão, já externada, ao referido juiz prolator da decisão, com a ameaça de puni-lo pelo exercício absolutamente regular de sua competência constitucional. Essa violência contra o juiz configura também agressão ao Poder Judiciário, por intolerância incontida, deixando evidente que qualquer juiz ou tribunal que decidir contra as convicções ou a vontade do agressor ficará sujeito a investidas semelhantes. O mais chocante nessa reação agressiva é o fato de que a crítica destemperada e a ameaça partiram, por incrível que pareça, do presidente do Supremo Tribunal Federal, que deveria dar o exemplo do respeito ao Judiciário no seu todo e a cada magistrado em particular, pois a atitude contrária contribuirá para que aqueles que não têm simpatia pelo Judiciário ou não compreendem o seu papel concluam que o sistema judiciário é uma baderna e que o respeito aos juízes e tribunais é uma tolice, uma vez que os próprios membros do sistema agridem-se mutuamente quando sua vontade ou seus interesses não são respeitados.

O caso presente só agrava o julgamento negativo que muitos têm feito do ministro Gilmar Mendes, tanto no tocante à grande flexibilidade de sua ética, quanto relativamente ao seu equilíbrio emocional e à sua falta de autenticidade como jurista. De fato, ele agora já enviou representação ao procurador geral da República para que promova a punição do magistrado, alegando que se sentiu pessoalmente atingido por um trecho da fundamentação da decisão que, na realidade, não faz qualquer referência, direta ou indireta, a ele, mas apenas menciona comunicações de um defensor de Daniel Dantas com um servidor do setor de segurança do Supremo Tribunal Federal. Nesse quadro, é difícil saber qual o verdadeiro motivo da reação indignada do ministro Gilmar Mendes, mas, obviamente, muitas hipóteses estão sendo formuladas e, pelo exagero da reação, a conclusão inevitável é que existe alguma razão que não está nos autos.

Fonte: JB Online

Aproveito para perguntar: Alguém conseguiu descobrir sobre o jantar oferecido por Serra ao minúsculo gm no dia 18/08/2008 com participação especial daquele que o colocou no Supremo, vulgo FHC?

06 dezembro 2008

Oposição desdenha dos brasileiros

Oposição desdenha dos brasileiros

O Maia, filho do Cesar Vaia, prefeito mais rejeitado, deu uma entrevista para o Estadinho...inho....inho... e desdenha dos brasileiros. A oposição agora quer tirar a esperança dos brasileiros de vez.

A conferir:

Maia: 'atraso' colaborou para alta aprovação de Lula

Para a oposição, a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não foi afetada pela crise financeira porque o governo "atrasou" a implementação de medidas impopulares para conter os estragos no Brasil.(Quais seriam estas tais medidas impopulares???? Ele atrasou???? Então o Lula já fez estas MEDIDAS IMPOPULARES???Voce saberia me responder quais são estas medidas impopulares????Socorro.......) Pesquisa Datafolha divulgada hoje mostra que o governo Lula é considerado ótimo ou bom por 70% dos brasileiros. Para o presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), "é natural" o aumento da popularidade do presidente Lula, uma vez que o governo "postergou o impacto que a crise vai ter na economia, que vai entrar(Isto é uma afirmação ou um desejo? Se for uma afirmação, gostaria que ele me explicação como. Se for um desejo, queridos eleitores do Maia filho do Cesar Vaia, voces merecem o seu Deputado, que quanto pior o Brasil estiver, melhor para ele) em processo de desaceleração".

"O surpreendente na pesquisa é a expectativa da população em relação à economia no ano que vem", observou Maia. "Isso é anormal"(anormal????? os brasileiros terem esperança????), disse. Pela pesquisa Datafolha, 78% dos entrevistados acreditam que 2009 será melhor que 2008. Já o líder do PT na Câmara, Maurício Rands (PE), enfatizou que o resultado da pesquisa é um reflexo do "impacto da opinião pública sobre a gestão do presidente Lula quanto a crise". "É mais do que aprovação pessoal do presidente. É o reconhecimento do programa que está sendo executado pelo PT e os partidos aliados", disse Rands.