14 agosto 2007

Vamos Participar!!!!!!!




Isto não Vale!
Queremos participação no destino da Nação
Não vale!

Vender a CVRD – Companhia Vale do Rio Doce por 3,3 bilhões de reais, não Vale! O valor estimado em 1997, época do Leilão era de 92 bilhões de reais, ou seja, 28 vezes mais do que foi vendida.
Também não vale o Banco Bradesco ter sido um dos avaliadores da companhia e ao mesmo tempo um dos compradores deste verdadeiro patrimônio público brasileiro.
Não vale o superávit primário que retira recursos destinados à educação, saúde, moradia. Não vale continuar pagando a dívida externa e interna.
Não vale dobrar-se diante das políticas neoliberais deste modelo econômico. Mas também não vale os movimentos sociais preocuparem-se apenas com sua agenda e não investir no conjunto de lutas articuladas para mudar este modelo.
Nesta Cartilha vocês vão encontrar elementos e subsídios para debatermos com os setores populares qual o Brasil que queremos e como recuperar a Companhia Vale do Rio Doce para o povo brasileiro, participando do Plebiscito sobre a Privatização da Vale, em Setembro de 2007.
O que Vale então:
Vale o Plebiscito sobre a Privatização e a reestatização da Vale do Rio Doce. Este exercício de participação popular garante a soberania da nação.
Vale o Presidente Lula ter dito no segundo turno das eleições que “foi um erro a privatização da Vale do Rio Doce”. E isso faremos questão de cobrar.
Vale realizar assembléias populares municipais e estaduais para construir o Plebiscito.
Vale manter a autonomia das forças populares, estimular as lutas sociais, retomar o trabalho organizativo de base.
Informações e contato
Secretaria Nacional da Campanha da Vale

Rua da Abolição, 227 – 2° andar – tel: (11) 3105.9702
Site:
www.avaleenossa.org.br
Correio eletrônico: avaleenossa@yahoo.com.br

Vera



Sanguessugas: mídia protege ex-Ministro da Saúde José Serra



A prisão do ex-deputado Lino Rossi ( ex-PSDB e atual PP-MT ) ontem pela Polícia Federal ao embarcar num avião da TAM em Brasília, colocou a mídia em situação incômoda. Há um ano atrás Serra disse que documentos publicados pelo Correio Brasiliense, mostrando que o ministro tucano tinha conhecimento da ação da máfia dos sanguessugas quando era ministro da Saúde, “não tinham nada de mais” e não comprovavam envolvimento dele com a quadrilha que superfaturava a compra de ambulâncias enviadas a prefeituras de todo o país. “É uma questão burocrática, puramente burocrática. Não tem nada de mais”, declarou Serra. O tucano preferiu politizar o assunto e atribuiu a denúncia a um “kit baixaria” do PT. Na época, os Grupos Globo, Folha, Abril e Estadão aumentaram a censura sobre seus jornalistas, ameaçando de despedir aqueles que produzissem matérias sobre esse assunto.

O Correio Braziliense publicou no dia 14 de setembro de 2006 uma reportagem com dois documentos que indicam que Serra tinha conhecimento dos fatos. No dia 13 de dezembro de 2001, o então secretário-executivo do ministério, Barjas Negri — que depois viria a substituir Serra quando o tucano deixou o cargo para disputar a Presidência —, pediu ao Fundo Nacional de Saúde “empenho e a elaboração do convênio”, para destinação de uma ambulância ao município de Nossa Senhora do Livramento, no Mato Grosso.

Emenda
Negri ressaltava, no ofício, que tratava-se de uma “determinação do senhor ministro José Serra”. A emenda tinha o valor de R$ 88 mil e a Prefeitura de Nossa Senhora do Livramento integrava uma lista de cidades a serem beneficiadas feita pelo senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT). Antero foi acusado de envolvimento no esquema dos sanguessugas pelo empresário Luiz Antônio Vedoin.
Já no dia 9 de março de 2001, o senador tucano e outros parlamentares do Mato Grosso informaram, em ofício, ao então ministro José Serra, que o deputado Lino Rossi (ex-PSDB e hoje no PP) seria o responsável pela indicação de municípios beneficiados com os recursos de uma emenda conjunta de toda a bancada. Assinavam essa carta, além de Antero e Lino Rossi, outros cinco deputados do Mato Grosso envolvidos no esquema dos sanguessugas: Pedro Henry (PP), Celcita Pinheiro (PFL), Ricarte Freitas (PTB), Wellington Fagundes (PL) e Teté Bezerra (PMDB).

Videos no Youtube comprometem Serra
Na época do auge do escândalo dos sanguessugas, a cobertura da mídia ao assunto cessou, de repente, quando uma série de vídeos mostrando o ex-ministro José Serra entregando as ambulâncias fraudadas pela quadrilha do empresário Darci Vedoin começou a circular pela internet e quando em depoimentona PF o mesmo denunciou a participação de altas figuras do ministério como Barjas Negri e o próprio Serra.A crise dos "aloprados" na qual assessores do Senador Mercadante teriam tentado comprar um dossiê sobre o caso do próprio Vedoin, foi na ocasião usada como escudo protetor de Serra e da adminitração do PSDB, passando ocupar as manchetes.Agora com a prisão de Lino Rossi, foragido há mais de um mês,coloca a mídia na berlinda pois será preciso muita imaginação para encontrar nova "peneira na frente do sol" e deixar de dar cobertura aos resultados das investigações.

Agencia EFF
Fernando Carvalho, EFF Madri

22 fevereiro 2007

DISCURSO DO EMBAIXADOR


Um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de descendência indígena, defendendo o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Européia.
A conferência dos chefes de Estado da União Européia, Mercosul e Caribe, em maio de 2002 em Madri, viveu um momento revelador e surpreendente: Os chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico, cáustico e de exatidão histórica que lhes fez Guaicaípuro Cuatemoc.
Eis o discurso:
"Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a "descobriram" só há 500 anos.
O irmão europeu da aduana me pediu um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financista europeu me pede o pagamento - ao meu país - com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu me explica que toda dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros sem pedir-lhes consentimento.
Eu também posso reclamar pagamento de juros.
Consta no "Arquivo da Cia. das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos 1503 e 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.
Teria sido isso um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento!
Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.
Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a atual civilização européia se devem à inundação de metais preciosos tirados das Américas.
Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas indenização por perdas e danos.
Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.
Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra, da poligamia, e de outras conquistas da civilização.
Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?
Não. No aspecto estratégico, dilapidaram nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias formas de extermínio mútuo.
No aspecto financeiro, foram incapazes, depois de uma moratória de 500 anos, tanto de amortizar o capital e seus juros quanto independerem das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.
Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar e nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos em cobrar.
Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.
Nos limitaremos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, com 200 anos de graça. Sobre esta base e aplicando a fórmula européia de juros compostos, informamos aos descobridores que eles nos devem 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, ambas as cifras elevadas à potência de 300, isso quer dizer um número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.
Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?
Admitir que a Europa, em meio milênio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para esses módicos juros, seria como admitir seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.
Tais questões metafísicas, desde já, não inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente e que os obriguem a cumpri-la, sob pena de uma privatização ou conversão da Europa, de forma que lhes permitam entregar suas terras, como primeira prestação de dívida histórica...
"Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Européia, o Cacique Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a Verdadeira Dívida Externa.
Agora resta que algum Governo Latino-Americano tenha a dignidade e coragem suficiente para impor seus direitos perante os Tribunais Internacionais.
Os europeus teriam que pagar por toda a espoliação que aplicaram aos povos que aqui habitavam, com juros civilizados.

Grupo Beatrice
"SERRA QUER PRIVATIZAR A EDUCAÇÃO"



O presidente da Associação dos Docentes da USP, César Augusto Minto, disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta quarta-feira, dia 21, que a proposta de privatizar o ensino superior está embutida no contingenciamento de verbas para a educação (clique aqui para ler a entrevista).

A cada dia que passa, fico a procurar aonde estão os Paulistanos que votaram no Serra, para agradece-los pessoalmente pela péssima escolha que fizeram. E continuo a guardar as minhas moedinhas para no futuro poder colocar o meu filho que hoje tem 13 anos em uma Universidade. Ou alguém tem dúvida que se o PSDB continuar indefinitivamente em São Paulo , ainda teremos Universidades não pagas para os nossos filhos.

Vera

E a classe média continua sofrendo no Governo Lula


Venda de carros zero-quilômetro cresce quase 25% na primeira quinzena


Comprar um carro novo definitivamente é uma das prioridades do consumidor este ano. Pesquisa realizada pela Agência Autoinforme mostra que as vendas aumentaram 24,4% na primeira quinzena de fevereiro - tomando como base o mesmo período do mês anterior.

Vale lembrar que o crescimento foi calculado sobre o melhor janeiro da história de vendas, quando as comercializações cresceram 15%. Além disso, em todo o ano passado, a procura por automóveis e utilitários zero-quilômetro aumentou 12%.

Unidades
Dados preliminares do Renavam apontam que, em números, foram comercializadas 87.660 unidades até o dia 15, com média diária de vendas na casa de 7.960 veículos.

Fevereiro do ano passado teve 6.763 carros negociados diariamente.

Vera